Base própria
Mapa, pontos, rota, operador, GPS, geofence, passagem, fotografia, alerta e histórico formam o núcleo atual do Majordomo.
Presença territorial, rondas comprovadas e informação conectada à gestão municipal
Uma plataforma própria, adaptável para equipes públicas, operação complementar ou modelo híbrido.
Material institucional para apresentação e diagnóstico conjunto
Majordomo · presença territorial verificada — material institucional para apresentação e diagnóstico conjunto.
O produto nasceu da ronda de rua: um operador motorizado percorre pontos monitorados, o GPS valida a passagem e o histórico demonstra quando o serviço aconteceu.
Mapa, pontos, rota, operador, GPS, geofence, passagem, fotografia, alerta e histórico formam o núcleo atual do Majordomo.
A presença deixa de depender apenas da percepção do morador ou do relato do profissional. Ela passa a gerar horário, posição, permanência e registro.
A mesma lógica pode ser aplicada a equipamentos públicos, setores, corredores escolares, eventos e rotas municipais.
Base atual do Majordomo — núcleo do produto aplicado hoje à ronda de rua.
“O que hoje depende de uma buzina e da confiança passa a ter GPS, rota, operador identificado, protocolo, evidência, central e histórico.”
O problema não é o profissional. É a falta de uma ferramenta que registre o trabalho.
Quando a comprovação depende de anotação manual, o histórico fica fragmentado. O Majordomo reúne passagem, horário, posição e evidência em um registro consultável.
“Presença percebida se transforma em serviço comprovado.”
Transição conceitual da ronda percebida para o serviço registrado e verificável.
mesma fundação técnica
Ponto, raio, permanência, registro e histórico permanecem. O que muda é quem define, quem executa e quem recebe.
A tecnologia é reaproveitada. O contexto, as responsabilidades e as regras são adaptados. Prioridade, acesso, fiscalização, tratamento de dados e responsabilidade passam a seguir regras institucionais.
Quadro de transposição do modelo residencial para o ambiente municipal.
É o núcleo que comprova presença e sustenta toda a evolução institucional.
Aproveita a fundação técnica e muda regras, linguagem, perfis e escala.
A equipe desenvolve a camada institucional conforme o fluxo definido com o Município.
A implantação começa pela validação técnica do núcleo atual e pela definição conjunta do escopo institucional.
Três níveis de maturidade adotados em todo o material.
O Majordomo é desenvolvido por uma equipe de software capaz de adaptar a base existente e construir os módulos exigidos por uma operação municipal.
Produtos web e mobile, interfaces operacionais, fluxos de atendimento e painéis de gestão.
GPS, geofence, rotas, telemetria, pontos, setores e dados territoriais.
APIs, mensageria, notificações, filas, sistemas externos e rotinas operacionais.
Indicadores, priorização assistida, detecção de padrões, relatórios e revisão humana.
Perfis, auditoria, disponibilidade, sincronização, operação offline e proteção antifraude.
Estamos propondo adaptar uma base própria e desenvolver a camada institucional junto com o Município — sem dependência de uma plataforma engessada.
Capacidades da equipe responsável pelo desenvolvimento do Majordomo.
Em setembro de 2025, o Município informava 200 guardas e 15 alunos em formação, além de unidades especializadas.4
Na mesma publicação, eram informados 26 veículos entre carros e motocicletas, bases comunitárias e base móvel.4
O Centro de Operações Integradas coordena comunicação, videomonitoramento e apoio às equipes.45
Na inauguração do COI, em 2023, foram divulgadas 780 câmeras: 610 em prédios públicos, 150 em vias e 20 com leitura de placas.5
A Operação Natal Seguro 2025 registrou 1.043 atendimentos no período, com atuação combinada de diferentes unidades.6
“O Majordomo não substitui essa estrutura. Ele acrescenta uma camada móvel de execução, registro e evidência.”
Dados informados pelo Município nas datas de cada publicação
[4] GCM completa 28 anos, 03/09/2025 · [5] Inauguração do COI e frota, 20/04/2023 · [6] Operação Natal Seguro 2025, 08/01/2026 — Agência Itapevi de Notícias.
A Lei nº 3.619/2026 instituiu a Política Municipal de Segurança Pública e Defesa Social de Itapevi.1
Inovação tecnológica e governança baseada em evidências.
Redução da violência orientada por dados e indicadores.
Monitoramento e avaliação sistemática das ações de segurança.
Modernização do videomonitoramento e da inteligência.
Indicadores, transparência, simplicidade e integração.
Diagnósticos, estudos, experimentações, parcerias e soluções tecnológicas.
“A proposta não tenta criar uma prioridade nova. Ela se alinha a uma direção que o Município já formalizou.”
[1] Lei nº 3.619, de 10/03/2026 — Política Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Diário Oficial de Itapevi nº 1530, de 20/03/2026.
“O crescimento da capacidade operacional precisa vir acompanhado de cobertura mensurável, histórico, critérios e avaliação.”
Indicadores do Município. Não representam meta ou orçamento destinado ao Majordomo.
[2] PPA 2026–2029 (Lei nº 3.550/2025) — Programa 0017 “Itapevi Segurança 360”, Prefeitura de Itapevi.
No Estudo Técnico Preliminar do Plano de Segurança com Videomonitoramento, a Secretaria registrou a necessidade de planejamento, diagnóstico, mapeamento georreferenciado e critérios objetivos.7
“O diagnóstico define onde agir. O Majordomo transforma essa decisão em rota, presença, registro e evidência.”
[7] Estudo Técnico Preliminar — Plano de Segurança com Videomonitoramento, Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana de Itapevi, janeiro de 2026.
A aferição usa sistemas corporativos, relatórios, escalas, monitoramento, protocolos e documentos passíveis de auditoria.3
É esse tipo de registro que a plataforma organiza: rota designada, cumprimento, horário, permanência, relatório e evidência — em formato consultável.
O Majordomo organiza evidências e apoia a aferição. A análise administrativa permanece humana, com justificativas, exceções e revisão.
[3] Lei Complementar nº 240, de 03/07/2026 — valorização do trabalho da GCM de Itapevi.
“A proposta aplica à presença territorial uma linguagem tecnológica que Itapevi já conhece.”
Georreferenciamento, fotografia, histórico, perfis, offline e sincronização já apareceram em especificações municipais. O diferencial é reuni-los numa operação territorial de rondas e inspeções.
[8] PE 96/2023 — software do SAMU · [9] PR 07/2021 — tecnologia de trânsito · [10] PE 44/2026 — tablets para o COI. Portal de Licitações de Itapevi.
Os três formatos usam a mesma base técnica. O Município pode começar apenas com a tecnologia aplicada às próprias equipes e evoluir para a operação híbrida conforme o resultado.
Formatos de implantação disponíveis para discussão com o Município.
“A plataforma organiza a operação sem alterar quem possui autoridade pública.”
Zelar pelos bens, serviços e instalações municipais já integra as competências da Guarda Municipal.11
Limitação: a cobertura continua condicionada ao efetivo disponível. É esse ponto que o modelo híbrido endereça.
[11] Lei Federal nº 13.022/2014 — Estatuto Geral das Guardas Municipais.
O operador Majordomo é a evolução tecnológica da presença de rua que hoje depende de passagem percebida, buzina e confiança.
“Mais olhos e mais presença no território, com rota, identidade, evidência e supervisão.”
O formato contratual e as atividades definitivas dependem do enquadramento aplicável12
[12] Lei Federal nº 14.967/2024 — Estatuto da Segurança Privada, referência para o enquadramento da operação complementar.
“Mais presença no território, mais informação para a central e melhor direcionamento da autoridade pública disponível.”
O operador amplia a capacidade de ver e registrar. A GCM preserva integralmente sua competência pública.
Modelo híbrido — proposta central do portfólio.
O Município define setores, pontos, criticidade e janelas. Equipes públicas ou operadores executam as rotas. A central acompanha a cobertura e recebe registros estruturados.
Presença distribuída por prioridade, turno e território.
Rotas podem mudar conforme alertas, eventos e necessidade operacional.
Cada ponto acumula histórico de passagens, problemas e encaminhamentos.
“Não é apenas um piloto patrimonial. É uma arquitetura que pode crescer por setores, casos de uso e níveis de integração.”
Visão de escala da camada municipal de presença territorial.
O que está em rota, pendente, validado ou justificado.
Registros, alertas e encaminhamentos em um único fluxo.
Cobertura e histórico por período, equipe, setor e tipo de ponto.
A central não substitui o COI. Ela pode funcionar como módulo próprio ou integrar-se ao fluxo definido pelo Município.
Conceito de interface institucional do módulo Majordomo Central.
Território do turno.
Pontos e ordem.
Quem executa.
Chegada validada.
Tempo no ponto.
Condição encontrada.
Foto e observação.
“Nem todo desvio é descumprimento. A plataforma registra o contexto para revisão humana.”
Ciclo de execução com registro de contexto e supervisão.
Boa parte do que aparece no território não é ocorrência policial. A plataforma ajuda a encaminhar cada situação ao responsável correto.
Fluxo de ocorrências definido em conjunto com o Município durante a implantação.
Escolas, UBSs, prédios, parques, praças, terminais e cemitérios.
Cobertura programada no entorno das unidades, sem tratamento de dados de crianças.
Rotas por bairro, equipamentos próximos e horários definidos.
Pontos temporários, perímetros, equipes e janelas de operação.
Iluminação, danos, descarte, acesso aberto, grade, risco e manutenção.
Setores, rotas, ocorrências, justificativas, relatórios e indicadores.
“O ponto de entrada pode ser simples. A arquitetura é municipal.”
Aplicações possíveis da mesma base técnica em diferentes missões territoriais.
Força: objetivo, mensurável e próximo do núcleo atual.
impacto alto · complexidade média
Força: a estrutura já existe — três viaturas, seis guardas e cerca de 250 rondas semanais, hoje comprovadas em livros nas unidades escolares.17
impacto alto · complexidade média
Força: valida a visão completa do modelo híbrido.
impacto muito alto · complexidade alta
Em outubro de 2025, o Núcleo de Inteligência do COI analisou furtos e atendimentos no entorno de equipamentos públicos em um trimestre — 5 furtos e 326 atendimentos diversos — e recomendou intensificar rondas e estacionamentos preventivos na região.16
Demanda → análise → programação → execução → medição. O piloto fecha as duas últimas etapas com registro.
Recomendação de entrada: Patrimônio Público Monitorado, com desenho preparado para evoluir ao modelo híbrido.
“O piloto é a porta de entrada. Não é o limite do produto.”
[16] Análise do Núcleo de Inteligência do COI, 06/10/2025 · [17] Resposta do COI sobre Ronda Escolar, 07/08/2025 — Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana de Itapevi.
“O piloto deve provar execução, cobertura, rastreabilidade e qualidade de informação.”
Redução criminal pode ser uma finalidade pública de longo prazo, mas não será prometida como resultado causal de um piloto curto. As metas de cada indicador são definidas com o Município após o escopo.
Categorias de medição do piloto — metas definidas em conjunto após a definição do escopo.
Aprendizado: campo e central no mesmo fluxo.13
Aprendizado: tecnologia e presença comunitária coexistem.14
Aprendizado: canais específicos com protocolos.15
São referências externas. Nenhum desses municípios utiliza o Majordomo.
[13] Prefeitura de Louveira, 09/06/2020 · [14] Guarda Civil de Indaiatuba · [15] Prefeitura de Limeira, 12/04/2023.
O operador observa, registra e comunica. A autoridade, a abordagem, a investigação e a intervenção permanecem com os órgãos competentes.11
Operação complementar formalizada, executada segundo o enquadramento aplicável, com funções, protocolos, supervisão e limites definidos.12
Proteção antifraude e operação offline integram os requisitos da camada institucional.
[11] Lei Federal nº 13.022/2014 · [12] Lei Federal nº 14.967/2024 — referências de competência pública e enquadramento da operação complementar.
Território e rotina.
Escolha do piloto.
Escopo e protocolos.
Núcleo em campo.
Pontos e checklists.
Campo e central.
Acompanhamento.
Indicadores e ajustes.
Evoluir, ajustar ou encerrar.
“Começar pequeno reduz risco. Medir corretamente permite crescer.”
Duração, quantidade de pontos, equipes e custos dependem do escopo definido com o Município
Proposta de implantação controlada, com avaliação e decisão ao final do período.
Itapevi já possui planejamento, equipes, câmeras e central. O Majordomo acrescenta a camada móvel que conecta rotas, inspeções, evidências e informação territorial.
GPS, geofence, rota, operador, passagem e histórico.
Central, equipes, ocorrências, indicadores, offline, antifraude e integrações.
Uso pela GCM, rede operacional Majordomo ou presença híbrida.
“Do ponto definido ao serviço comprovado.”
Majordomo · presença territorial verificada
Majordomo · presença territorial verificada — do ponto definido ao serviço comprovado.
Dados oficiais reproduzem o que consta em cada fonte, na data indicada. O índice de câmeras do PPA e o total divulgado na inauguração do COI referem-se a documentos e períodos distintos e não devem ser somados. A resposta oficial da Secretaria citada na fonte 18 menciona pesquisa interna indicando que 79% das pessoas não registram ocorrência; o documento não apresenta metodologia, e o dado não é utilizado como estatística populacional neste material.
Este material apresenta uma proposta institucional. Não afirma contrato, parceria, integração ou implantação existente com a Prefeitura de Itapevi. Interfaces municipais são demonstrações conceituais. Referências externas não utilizam o Majordomo. A implantação começa pela validação técnica do núcleo atual e pela definição conjunta do escopo institucional.
Majordomo · portfólio institucional — fontes consultadas em 3 de agosto de 2026.
Documentos oficiais consultados e verificados em 3 de agosto de 2026.
Dados oficiais reproduzem o que consta nas fontes, nas datas indicadas. Municípios citados como referência externa não utilizam o Majordomo.
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